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poesias de adélia prado

ALFÂNDEGA (POEMA DE ADÉLIA PRADO)

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DONA DOIDA – ADÉLIA PRADO

Uma vez, quando eu era menina, choveu grossocom trovoadas e clarões, exatamente como chove agora.Quando se pôde abrir as janelas,as poças tremiam com os últimos pingos.Minha mãe, como quem sabe que vai escrever um poema,decidiu inspirada: chuchu novinho, angu, molho... Continue lendo →

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