O Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente e encenado pela primeira vez em 1517, é uma das peças mais emblemáticas do teatro português e uma das principais expressões do teatro vicentino. A obra representa de forma magistral... Continue Reading →
O amor, quando se revela,Não se sabe revelar.Sabe bem olhar p'ra ela,Mas não lhe sabe falar. Quem quer dizer o que senteNão sabe o que há de dizer.Fala: parece que mente...Cala: parece esquecer... Ah, mas se ela adivinhasse,Se pudesse ouvir... Continue Reading →
Desde que tudo me cansa,Comecei eu a viver.Comecei a viver sem esperança...E venha a morte quandoDeus quiser. Dantes, ou muito ou pouco,Sempre esperara:Às vezes, tanto, que o meu sonho loucoVoava das estrelas à mais rara;Outras, tão pouco,Que ninguém mais com... Continue Reading →
O Fado nasceu um dia,quando o vento mal buliae o céu o mar prolongava,na amurada dum veleiro,no peito dum marinheiroque, estando triste, cantava,que, estando triste, cantava. Ai, que lindeza tamanha,meu chão, meu monte, meu vale,de folhas, flores, frutas de oiro,vê... Continue Reading →
Na Literatura Portuguesa, o Romantismo pode ser dividido, de acordo com suas características, em três fases (períodos). Muitos literatos consideram como marco inicial do período romântico, a publicação do poema Camões, em 1825, de Almeida Garrett. O Romantismo durou pouco tempo... Continue Reading →









