Perspectiva tradicional A primeira perspectiva sobre direitos dos animais, que podemos chamar de “tradicional”, não reconhece estatuto moral aos animais não humanos. A ideia é que os animais existem com a finalidade de servir os seres humanos e de ser... Continue lendo →
Imagine que os assassinos invadiram o seu bairro. Eles estão em sua casa, e você e seus vizinhos estão escondidos no porão. Seu bebê começa a chorar. Se você tivesse que pressionar a mão sobre o rosto do bebê até... Continue lendo →
Na Modernidade, autores como Feuerbach, Karl Marx e Freud desafiaram a fé, chegando a afirmar que a religião é pura ilusão. Essa postura provocou uma forte reação de autores como João Paulo II, Chesterton e C.S. Lewis. Eles se levantaram... Continue lendo →
Imagine o seguinte caso. Uma pessoa está fugindo de um assassino e pede para se esconder em sua casa. Você aceita e logo em seguida chega o assassino e pergunta se você não viu a pessoa que acabou de esconder.... Continue lendo →
O imperativo categórico é uma das ideias mais importantes da filosofia moral de Kant, bastante complexa, mas compreensível se considerarmos vários exemplos. É importante saber, antes de mais nada, que isso que Kant chama de imperativo categórico representa a regra... Continue lendo →
Devemos punir as pessoas que cometem crimes? O que é uma punição apropriada? A pena de morte ou a tortura pública, como era comum no século XVIII, é correta? Por que não? Dentro da filosofia moral há basicamente duas respostas para essas... Continue lendo →
O utilitarismo e a ética kantiana são uma das principais abordagens na filosofia sobre ética. Ambas têm um apelo intuitivo, no entanto, apresentam diferenças significativas. A tabela abaixo compara essas diferenças em relação a três aspectos. O restante do texto explica em mais detalhes... Continue lendo →
A Filosofia Patrística gerou diversos avanços para a humanidade, especialmente na psicologia, na antropologia e na filosofia. Seus pensadores, os primeiros cristãos, são considerados como os principais intelectuais de vários campos do conhecimento humano. Segundo Rudolf Allers, psiquiatra e filósofo,... Continue lendo →
Conto de Mia Couto Lhe concordo, doutor: sou eu que invento minhas doenças. Mas, eu, velho e sozinho, o que posso fazer? Estar doente é minha única maneira de provar que estou vivo. É por isso que freqüento o hospital,... Continue lendo →
Qual a diferença entre ética e moral? Depende. Como em geral acontece com as palavras, só há uma maneira de saber se estão sendo usadas em um determinado sentido: analisando o contexto. Então, vamos descobrir juntos, analisando alguns casos, qual... Continue lendo →
A palavra ética é usada com dois sentidos diferentes na filosofia. Por um lado, significa aquelas normas, valores, disposições, costumes que as sociedades humanas criam para diferenciar o que é certo e errado, o que podemos e o que não... Continue lendo →
O apelo à natureza é um tipo de falácia que ocorre quando argumentamos que algo é bom porque é natural ou ruim porque não é natural. Implícito nesse tipo de raciocínio está a ideia de que tudo que é natural... Continue lendo →
A falácia do espantalho ou homem de palha é uma tática muito usada em debates. Ela funciona assim: primeiro você ouve o que seu oponente diz, depois interpreta de forma distorcida, de modo que o argumento dele pareça mais fraco do que... Continue lendo →
Eles se encontravam por causa de alegrias. No bar de Matakuane, os homens anedotavam, fabricando risadas. Um único móbil: festejavam a vida. As suas esposas não suportavam aquele disparatar. Afinal, elas, as mulheres, não precisam de ritual para festejar a vida.... Continue lendo →
A pena de morte — executar criminosos, geralmente assassinos — é mais controversa do que a prisão porque causa uma lesão mais significativa, talvez a lesão mais grave possível, e seus efeitos são irreversíveis. Alguns defensores da pena de morte argumentam que isso é justificado porque o assassinato... Continue lendo →
De acordo com o contratualismo, a moralidade não é o resultado da vontade de Deus, leis eternas da natureza, sentimentos benevolentes ou o que gera maior felicidade. O fato é que nós queremos viver tão bem quanto for possível e... Continue lendo →
Ignoratio elenchi ou conclusão irrelevante é uma falácia que ocorre quando alguém tira uma conclusão equivocada de suas premissas. O argumentador ignora as implicações lógicas de suas premissas. Exemplo ignoratio elenchi Imagine a seguinte situação: Muitas pessoas que são beneficiadas com o Bolsa Família... Continue lendo →
Um bom argumento deve partir de informações verdadeiras. Porém, ocorre em alguns casos que as informações que servem como ponto de partida para uma conclusão são verdadeiras, mas parciais. Retratam apenas uma parte da história, não a sua totalidade. Quando informações verdadeiras... Continue lendo →
Falácias formais são aquelas que podem ser identificadas através da análise da forma lógica de um argumento. As falácias formais são encontradas apenas em argumentos dedutivos com formas identificáveis. Uma das coisas que fazem esses argumentos parecer razoáveis é o... Continue lendo →
Por que se interessar por frases de Gandalf? Nos livros O Hobbit e na trilogia de O Senhor dos Anéis, o mago representa quem convoca outros para a jornada que irá transformar suas vidas e garantir que o destino da Terra Média não... Continue lendo →
Dicto simpliciter é uma falácia na qual uma regra geral ou observação é tratada como universalmente verdadeira, independentemente das circunstâncias ou dos indivíduos envolvidos. Também conhecida como a falácia da generalização não-qualificada e falácia do acidente. As regras ou leis simplistas raramente levam... Continue lendo →
A falácia tu quoque ou “você também” tenta mostrar que o argumento é falho ao apontar que aquele que está argumentando não está agindo de forma consistente com a conclusão do argumento. Essa falácia ocorre quando alguém cobra do outro com hipocrisia ou... Continue lendo →
Envenenar o poço é uma falácia que consiste em apresentar informações pessoais desfavoráveis sobre um oponente de debate e usar essas informações como razão para não acreditar no que esse diz. Essa é uma falácia do tipo ad hominem, já que se trata de... Continue lendo →
O apelo à ignorância (o nome latino dessa falácia é argumentum ad ignorantiam) ocorre quando o desconhecimento de um fato é usado para justificar uma afirmação. Também podemos definir essa falácia dizendo que ocorre quando alguém afirma que uma proposição é falsa porque... Continue lendo →
Thomas Hobbes foi quem disse que “o Homem é o Lobo do Homem”. Mas a frase original não é de sua autoria, ele apenas popularizou uma ideia de um dramaturgo romano. Este texto está em seu livro mais famoso, Leviatã. A frase... Continue lendo →
O falso dilema é uma falácia de simplificação que oferece um número limitado de opções (geralmente duas) quando, na verdade, mais opções estão disponíveis. Trata-se de uma falácia porque tende a reduzir questões complexas a escolhas simplistas. Um falso dilema... Continue lendo →
Argumento circular é um tipo de falácia que consiste em justificar a conclusão que está sendo defendida usando a própria conclusão, com palavras um pouco diferentes. No argumento circular, nenhuma informação útil é acrescentada para sustentar a conclusão. Podemos exemplificar a petição... Continue lendo →
Ladeira escorregadia ou bola de neve é uma falácia que ocorre quando dizemos que, se permitirmos que algo aconteça isso levará a uma sequência inevitável de eventos e pelo menos um desses é totalmente indesejável. Primeiro exemplo O exemplo abaixo poderia ser... Continue lendo →
Falácias causais ocorrem quando você supõe existir uma relação de causa e efeito entre dois fenômenos que provavelmente não existe. Na maioria dos debates nos deparamos com o problema de saber se um fenômeno causa de fato outro. No Brasil... Continue lendo →
A falácia de apelo à autoridade irrelevante ocorre em diferentes ocasiões. Comum a todas elas está a suposição de que uma ideia é verdadeira simplesmente porque uma autoridade disse. Há pelo menos três casos em que essa falácia ocorre: Usar... Continue lendo →
A falácia genética ocorre quando uma ideia é rejeitada com base em sua origem ou história. Imagine você contando para um amigo que pensou em uma nova explicação para a origem do universo enquanto dormia. E ele respondendo Se uma... Continue lendo →
A falácia do homúnculo ocorre quando explicamos um fenômeno recorrendo a outra instância desse mesmo fenômeno. Por exemplo: Marcos: Você pensa que, em última análise, a vida teve início como? Sara: Penso que alienígenas vieram de uma galáxia distante e... Continue lendo →
Um argumento ad hominem ocorre quando uma ideia é posta em dúvida através de um ataque contra a pessoa que o defende. A expressão ad hominem vem do latim e quer dizer contra o homem. pela última alternativa e, da forma como fez, cometeu uma... Continue lendo →
O apelo ao povo (argumentum ad populum, em latim) é uma falácia de relevância que ocorre de duas formas. A primeira acontece quando alguém tenta convencer você a adotar uma ideia simplesmente porque um grande número de pessoas pensa assim. Um exemplo simples dessa... Continue lendo →









